“Calango Deu” estreia no Teatro Café Pequeno

O espetáculo “Calango Deu” está de volta aos palcos cariocas, a partir de 29 de março, às 20 horas, no Teatro Café Pequeno. Com texto, concepção e atuação de Suzana Nascimento e direção de Isaac Bernat, a montagem costura histórias de amor, de assombração, de padres e beatas, de ‘sem vergonhice”. Tudo contado, é claro, por Dona Zaninha, entre um cafezinho e um pedacinho de broa. Como costuma dizer a personagem: “Não gosto de ‘ispaiá’, “só proseio um cadinho pruque causo a gente tem que contá”.

Nem preciso destacar que a personagem é inspirada nas simpáticas senhorinhas mineiras, muito religiosas, com um pezinho na benzeção e conhecimentos baseados em sua experiência de vida…

A animada protagonista da peça ainda convida a plateia a cantar enquanto toca seu bandolim, ensinando uma receita ou simpatia.

A entrada para o espetáculo, que tem duração de 80 minutos, é R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

“Calango Deu” pode ser conferido no Leblon até 14 de abril.

FICHA TÉCNICA:

Concepção, texto e atuação: Suzana Nascimento

Direção: Isaac Bernat

Cenário e Figurino: Desirée Bastos

Direção de movimento: Marcelle Sampaio

Supervisão musical: Pedro Amorim

Iluminação: Wilson Reis

Fotografia: Sergio Santoian

Projeto gráfico: Raquel Alvarenga

Administração do projeto: Amanda Cesarina

Direção de Produção: Aline Mohamad

Produção Executiva: Diana Behrens

Assistência de produção: Heder Braga

Participações nas fotos: Olavo José e Maria Mirabel

Realização: Luminis Produções Artísticas

CALANGO DEU

Teatro Café Pequeno (Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon)

De 29 de março a 14 de abril (Sexta a domingo, às 20h)
R$ 30,00 (inteira) e R$ 15(meia)
Duração: 80 minutos
Classificação: 18 anos

Capacidade: 100 lugares

 

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Sobre o autor

Anna Cecilia

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Jornalista graduada pela Universidade Estácio de Sá e pós-graduada pela Universidade Cândido Mendes. Antes de tudo é uma pessoa sonhadora, porém determinada. Não desiste de lutar pelo seu sonho embora o mundo diga o tempo todo que ele pode não dar futuro a ela... Mas, que o Blah Cultural já traz felicidade a sua vida, poucos são os que lembram... Ariana, vegetariana, oraculista e voluntária. Assim é Anna Cecilia Fontoura, uma das fundadoras do Blah Cultural. "Se o mercado de trabalho não me deu o valor que mereço, não tem problema, eu crio o meu próprio espaço!." - declara a jornalista, famosa por sua personalidade forte e irônica, que sempre sonhou em ser empreendedora desde a adolescência.... Dar voz aos que também estão lutando por seus sonhos, assim como ela, principalmente aos iniciantes, é uma das coisas que mais a realizam no Blah Cultural.