ANÁLISE | ‘Masters of Anima’ cativa pela simplicidade, mas tem trama fraquíssima – Blah Cultural

ANÁLISE | ‘Masters of Anima’ cativa pela simplicidade, mas tem trama fraquíssima

Masters of Anima é um jogo original de aventura publicado pela Focus Home Interactive que leva o jogador no mundo mágico de Spark. Aqui, nosso foco é, combater as forças malignas em batalhas cheias de ação e estratégia, onde as decisões táticas rápidas se fazem inteiramente vitais. Num formato que lembra Warcraft III, podemos invocar e controlar grandes exércitos de até 100 Guardiões, graças à jogabilidade intuitiva e inovadora que o título dispõe.

Poucos sabem, mas o que faz desse jogo um primor, é justamente essa excentricidade em seu modo de combate que, se mostra inovador. Ao adentrarmos no título, jogamos como Otto, um aprendiz de Anima dotado de incríveis poderes e que assim como vimos em Nine Parchments, este pretende chegar a Mestre e finalmente casar com sua amada Ana, que é cativa do terrível Zahr e seus temíveis Golens!

Master of Anima tem trama insossa e constantemente brinca com isso no roteiro. Os personagens até zoam durante as tentativas de se tornarem bons mestres. Sempre que há um certo tutorial no qual balbuciam o seguinte: “É só isso? Passei? Se soubesse, teria feito antes”.

O jogo dispõe dos poderes de Anima para invocar um exército de guardiões mágicos que, o ajudarão no embate contra temíveis vilões. Durante a aventura, aprendemos a controlar novas classes, cada uma com habilidades úteis para explorar o mundo de Spark, além de derrotar chefões formidáveis pelo caminho. Durante a jornada vamos adquirindo novos poderes para si e para esses Guardiões, tornando estes verdadeiros guerreiros e magos.

Para criar o exército de Guardiões, obviamente que, há a necessidade de utilizar a energia chamada de Anima sendo que elas são dispostas em para as 4 categorias de personagens existentes: Golens, Guerreiros, Arqueiros e Arcano. Quanto mais slots anima se pega pelas áreas, mais Guardiões se pode convocar chegando a um número incomensurável na tela, fazendo deste até um problema visual. São tantas cores, tantas batalhas, que acaba de certa forma, uma poluição visual.

Há uma limitação em combate do qual o exército invocado por Otto apenas o obedece. Não há como selecionar um guerreiro e pedir que ele ataque um certo combatente no campo de guerra, limitando suas opções de combate. Acaba que, há uma certa necessidade em saber a classe a ser chamada ao nosso serviço, assim como a quantidade que cada classe deverá ter. 

Masters of Anima possui mapas lineares, quase sem rotas para nos desviarmos, e mesmo que haja a tal exploração, nos vimos presos em certas partes das quais era só repetição. De certo ponto de vista, o mesmo frustra pela repetição dos mapas. Outro fator que incomoda e muito é o tempo estimado para que possamos derrotar um inimigo, então precisamos correr contra o tempo.

O VEREDITO

Masters of Anima não é um arrependimento. Alias, longe disto. Os controles não são responsivos, a trama é fraca, mas a empresa ao menos se preocupou em dar um boost nos combate, nos chefes e no visual. A jogabilidade deveria ter tido um maior esmero, mas o jogo é bom e recomendável.

MASTERS OF ANIMA

MASTERS OF ANIMA
8

Jogabilidade

7.5 /10

Imersão & Diversão

8.0 /10

Trilha Sonora

8.0 /10

História

6.5 /10

Gráficos

10.0 /10

Pros

  • Diversão Garantida
  • Gráficos Exuberantes

Cons

  • Controles não são precisos no Switch
  • História não é o forte

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Leandro não é jornalista, não é formado em nada disso, aliás em nada! Seu conhecimento é breve e de forma autodidata. Sim, é complicado entender essa forma abismal e nada formal de se viver. Talvez seja esse estilo BYRON de ser, sem ter medo de ser feliz da forma mais romântica possível! Ser libriano com ascendente em peixes não é nada fácil meus amigos! Nunca foi...nunca será!