O trailer de ‘Bohemian Rhapsody’ e os 20 melhores filmes sobre músicos da história – Blah Cultural

O trailer de ‘Bohemian Rhapsody’ e os 20 melhores filmes sobre músicos da história

Com o lançamento do trailer de Bohemian Rhapsody, longa dirigido em partes por Bryan Singer, Tom Hooper e Dexter Fletcher (trocas influenciadas pelos escândalos de abuso) com Remi Malek na pele e garganta do eterno Freddy Mercury, muito volta a se falar sobre as grandes cinebiografias dos nomes da música mundial.  Conheça agora, os 20 melhores filmes sobre músicos da história.

  • Trailer de Bohemian Rhapsody:

Os grandes maestros clássicos tiveram seus nomes e sinfonias exaltados nas telonas. “Amadeus”, traz a trajetória de Mozart em sua ascensão, junto a Salieri no período de ouro da música clássica. 10 anos depois, foi a vez de Beethoven também ter sua vida contada com o pouco conhecido “Minha Amada Imortal”. Gary Oldman encarna o compositor em um filme marcante e subestimado.

Durante algum tempo, muito se apostou em filmes sobre duplas de músicos. “Johnny & June” explorava a dramática relação de Johnny Cash e sua amada, com interpretação e canções icônicas nas vozes de Joaquim Phoenix e Reese Witherspoon. “The Runaways – Garotas do Rock”, por outro lado, explorava a amizade de Joan Jett e Cherie Currie à frente da grande banda feminina de rock que dá nome ao filme.

“Tenacious D: Uma Dupla Infernal” aposta no diferencial de uma história completamente lúdica (apesar de alguns fundos de verdade) tendo os reais integrantes em uma auto-interpretação. Jack Black e Kyle Grass desafiam o diabo Dave Grohl nessa aventura metálica que promete iniciar a produção de uma sequência para ainda esse ano.

Se em 94 tivemos Gary Oldman como Beethoveen, em 1986, o ator das mil faces vestia o couro e gel de Sid Vicious em “Sid & Nancy – O Amor Mata”. O romance trágico mostra uma faceta completamente oposta à mostrada por James Mangold na vida de Cash Carter.

E claro, não dá para citar duplas de músicos no cinema sem citar “2 Filhos de Francisco”. Certo?

O cinema nacional é repleto de interpretações de suas vozes nas telonas. O polêmico “Cazuza – O Tempo Não Pára”. O irreverente “Somos Tão Jovens”, sobre a origem da querida Legião Urbana, e os recentes “Tim Maia – O Filme” (CRÍTICA) e “Elis” (CRÍTICA), mostram uma gama de facetas da música brasileira para qualquer gosto. Interpretações marcantes e momentos de recriação impecáveis são colecionados numa seleção imensa de títulos.

E não tem como deixar de falar de interpretação marcante sem lembrar de Val Kilmer em “The Doors – O Filme”. O ex-Batman (sim, ele jamais será esquecido também por isso) praticamente encarnou o falecido vocalista da banda homônima num longa fundamental sobre como ser um ator do método.

Uma qualidade semelhante, mas de modo distinto, foi o abordada em “Não Estou Lá”, cinebiografia de Bob Dylan. As facetas do músico são abordadas em diferentes personalidades, cada uma por um ator ou atriz. Cate Blanchett, Cristian Bale, Heath Ledger, Richard Gere e demais, interpretam o músico numa viagem incrível por sua carreira.

A maior banda de todos os tempos não poderia deixar sua magnífica história de fora. A trajetória dos Beatles no cinema cronologicamente iniciaria em “O Garoto de Liverpool”, famoso longa sobre a juventude rebelde de John Lennon. Encerrando com a formação do quarteto fabuloso do rock, a história segue de forma independente em “Backbeat – Os Cinco Rapazes de Liverpool”. O longa conta a história do quinto beatle Stuart Sutcliffe, que acabou deixando a banda antes do estouro mundial.

Passando por passado e futuro, “A História de Linda McCartney” explora o grande amor do baixista da banda. Suas relações e interações com o grupo avançam até mesmo ao pós-Beatle de Paul e suas novas invenções. Do outro lado, “Simplesmente Lennon” explora a vida de John com a expansão da sua família, a relação com Yoko e como caminhou seus dias sem o grupo.

Mas não pense que só de rock vivem as cinebiografias. “8 Mile – Rua das Ilusões” explora a trajetória do rapper Eminem em uma abordagem polêmica que alavancou sua carreira musical. Em paralelo, “Fique Rico ou Morra Tentando” traz uma abordagem semelhante para 50 Cent e sua criação conturbada, além do tiroteio que deu a fama de sua voz de dor.

“Ray” também é um nome de fácil lembrança quando o assunto é interpretação perfeita. Jamie Foxx encarna o pianista cego Ray Charles num drama musical que merecidamente premiou o ator com um Oscar da academia. Não obstante, em 1987, foi a vez de Lou Diamound dar vida a Ritchie Valens no clássico da sessão da tarde “La Bamba”, sobre a triste trajetória encurtada do músico  latino.

Com rápidas recomendações desses 20 longas, fica a preparação de uma maratona musical para vermos o Queen nos cinemas em outubro. Mas qual faltou na lista? Qual músico você gostaria de ver no cinema? Conte-nos nos comentários, aumente o som e até outubro nos cinemas.

Bohemian Rhapsody tem lançamento previsto no Brasil para o dia 2 de novembro.

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