REVIEW | ‘No Heroes Here’ não é uma produção AAA, mas não pode faltar em sua biblioteca de jogos – Blah Cultural

REVIEW | ‘No Heroes Here’ não é uma produção AAA, mas não pode faltar em sua biblioteca de jogos

Há algum tempo estava olhando a internet quando vi pela primeira vez o trailer de No Heroes Here e disse para um amigo: “parece divertido”. A verdade é que o título pode ser viciante, ainda mais se você estiver jogando on-line ou, de preferência, com um amigo no modo multiplayer off-line ao seu lado.

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Quando se está jogando sozinho, o jogo é bom, mas sem a ajuda dos amigos parece que está faltando alguma coisa para poder elevar o fator diversão. Fator este que aumenta conforme o número de jogadores também aumenta na tela, chegando até a quatro por partida. Podendo até ser criada uma “linha de produção”, por falta de um nome melhor, com um jogador criando munição, outro criando pólvora, um terceiro carregando e atirando os canhões e o último limpando os mesmos após o uso, o que não deixa de ser uma tarefa importante, já que se não forem limpos, os canhões não podem ser recarregados.

Este jogo 2D é bem parecido com o estilo de Castle Defense, no qual temos que proteger o castelo de ondas de inimigos que atacam dos dois lados da tela. Produzido pelo estúdio brasileiro independente Mad Mimic e já lançado anteriormente para PC e Mac, pela Steam, o mesmo chegou no finalzinho de maio para Playstation 4, no dia 29 de Maio. E, futuramente, também será lançado para Nintendo Switch e Xbox One.

Com até 15 personagens jogáveis (apenas 4 liberados no início do jogo), No Heroes Here apresenta uma história bem clichê, o que não é de toda ruim nesse caso. A história fala sobre o Rei de Noobland, que perde seus 3 itens mais valiosos durante uma guerra, que são: sua coroa, seu medalhão e seu urso de pelúcia . Então ele designa o Último Herói do reino para recuperar seus tesouros. Este inicia sua aventura e simplesmente morre no início do jogo com uma flecha inimiga, passando a nos auxiliar com dicas durante as fases. Que são 54 no total, divididas em 3 mapas.

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Com jogabilidade simples, utilizando os direcionais e 3 botões de ação (4 se você for jogar sozinho), tanto o gamer hardcore quanto o eventual podem se divertir desde a primeira partida.

Com esse trabalho, esperamos chegar aos mais diversos tipos de fãs e assim conseguir resgatar o sentimento do Multiplayer de Sofá, colocando amigos para jogar e cooperar lado a lado para vencer as hordas inimigas — disse Luis Fernando Tashiro, diretor executivo na Mad Mimic, sobre o jogo do seu estúdio.

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A prefeitura de São Paulo incentivou a Mad Mimic na criação do jogo e a SPCine financiou parte do desenvolvimento. Essa parceria já está gerando retornos positivos, pois o jogo está recebendo várias indicações a prêmios, como ‘Melhor Jogo Brasileiro’, ‘Melhor Jogo Social’, ‘Melhor Som’ e ‘Melhor Gameplay’.

O VEREDITO

Com gráficos pixelados, remetendo ao melhor estilo cooperativo da era 8bits, e trilha sonora animada, No More Heroes não pode faltar na sua coleção de jogos, mesmo não sendo uma produção AAA.

No Heroes Here

No Heroes Here
7.8

História

7.5 /10

Gameplay

8.5 /10

Diversão e Imersão

8.0 /10

Gráficos

8.0 /10

Trilha Sonora

7.0 /10

Pros

  • Legendas em Português
  • Jogabilidade simples
  • Diversão em grupo garantida

Cons

  • Jogar sozinho se torna chato
  • Esquecer de limpar os canhões toda vez que atirar
  • Mesmo "pixelado" o visual poderia ser melhor

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